Avaliação do Risco de Extinção

Dolichotrigona longitarsis (Ducke, 1916)

Autoria:
Antonio Jose Camillo de Aguiar; Arthur Brant; Betina Blochtein; Cibelle Borges Henriques; Cristiano Menezes; David Silva Nogueira; Elba Sancho Garcez Militão; Favízia Freitas de Oliveira; Fernando Amaral da Silveira; Fernando César Vieira Zanella; Helder Canto Resende; Jose Eustáquio dos Santos Júnior; Luiz Roberto Ribeiro Faria Junior; Patricia Maia Correia de Albuquerque; Rodrigo Barbosa Gonçalves; Sidia Witter Freitas; Tereza Cristina Giannini

Como citar:
Aguiar, A.J.C.; Brant, A.; Blochtein, B.; Henriques, C.B.; Menezes, C.; Nogueira, D.S.; Militão, E.S.G.; Oliveira, F.F.; Silveira, F.A.; Zanella, F.C.V.; Resende, H.C.; Dos Santos Jr, J.E.; Faria Jr, L.R.R.; Albuquerque, P.M.C.; Gonçalves, R.B.; Freitas, S.W.; Giannini, T.C. 2023. Dolichotrigona longitarsis. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.35953.2 - Gerado em: ___/___/_____.

Categoria
Menos Preocupante (LC)
Data da categoria
09/07/2021
Ano da publicação
2023

Justificativa

Dolichotrigona longitarsis tem distribuição natural no domínio Amazônico. A espécie possui registros no Brasil, Guiana Francesa e Peru. No Brasil ocorre nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. Em parte da sua distribuição a população sofre pressão antropogênica, devido à conversão de ambientes florestais em áreas de pecuária, monoculturas e construção de grande lagos de hidrelétricas. Entretanto, tais ameaças não são capazes de levá-la a um risco de extinção em um futuro próximo. Por isso, D. longitarsis foi categorizada como Menos Preocupante (LC).