Autoria:
Rogério Pereira Bastos; Marcio Roberto Martins; Yeda Soares de Lucena Bataus; Lara Gomes Côrtes; Vivian Mara Uhlig; Antônio de Pádua Leite de Almeida; Clarissa Coimbra Canedo; Ulisses Caramaschi; Carolina Ortiz Rocha da Costa; Lucas Ferrante; Rodrigo Barbosa Ferreira; Paulo Christiano de Anchieta Garcia; João Luiz Gasparini; Fabio Hepp; Ricardo Lourenço-de-Moraes; Felipe Sá Fortes Leite; Itamar Alves Martins; Luciana Barreto Nascimento; Diego José Santana; Ivan Sergio Nunes Silva-Filho; Thiago Silva-Soares; Luís Felipe Toledo
Como citar:
Bastos, R.P.; Martins, M.R.; Bataus, Y.S.L.; Côrtes, L.G.; Uhlig, V.M.; Almeida, A.P.L.; Canedo, C.C.; Caramaschi, U.; Costa, C.O.R.; Ferrante, L.; Ferreira, R.B.; Garcia, P.C.A.; Gasparini, J.L.; Hepp, F.; Lourenço-De-Moraes, R.; Leite, F.S.F.; Martins, I.A.; Nascimento, L.B.; Santana, D.J.; Silva Filho, I.S.N.; Silva-Soares, T.; Toledo, L.F. 2023. Crossodactylus cyclospinus. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.21808.2 - Gerado em: ___/___/_____.
Crossodactylus cyclospinus é endêmica do Brasil, conhecida apenas de duas localidades no norte de Minas Gerais, nos municípios de Santa Maria do Salto e Cristália. A região onde a espécie ocorre sofre alterações em decorrência da extração de madeira nativa, incêndios e conversão de ambientes naturais em silvicultura e pastagem. No entanto, a região é pouco amostrada e a distribuição da espécie não é bem conhecida. Também não há informações suficientes sobre população e impacto das ameaças para uma avaliação adequada do seu risco de extinção. Por essas razões, Crossodactylus cyclospinus foi avaliada com Dados Insuficientes (DD).