Autoria:
Camila Domit, Alexandre de Freitas Azevedo, Ana Carolina Oliveira de Meirelles, Diogo Alexandre de Souza, Fernanda Löffler Niemeyer Attademo, Flávio José de Lima Silva, Juliana Di Tullio, Karina Rejane Groch, Larissa Rosa de Oliveira, Leonardo Liberali Wedekin, Mariana Carrion, Marta Jussara Cremer, Milton Cézar Calzavara Marcondes, Pedro Fruet, Rodrigo Hipolito Tardin Oliveira, Silvina Botta, Vera Maria Ferreira da Silva, Waleska Gravena, Fábia de Oliveira Luna
Como citar:
Domit, C.; Azevedo, A.F.; Meirelles, A.C.O.; Souza, D.A.; Attademo, F.L.N.; Silva, F.J.L.; Di-Tullio, J.; Groch, K.R.; Oliveira, L.R.; Wedekin, L.L.; Carrion, M.; Cremer, M.J.; Marcondes, M.C.C.; Fruet, P.; Oliveira, R.H.T.; Botta, S.; Silva, V.M.F.; Gravena, W.; Luna, F.O. 2023. Balaenoptera borealis. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.14477.2 - Gerado em: ___/___/_____.
Balaenoptera borealis é uma espécie oceânica cosmopolita. A exploração de baleias-sei ocorreu desde o início do século passado, e foi intensa entre 1950 e 1970, quando os estoques foram seriamente reduzidos. A exploração comercial cessou em 1979 e estima-se que tenha reduzido a população global em cerca de 80% nas últimas três gerações, especialmente no Hemisfério Sul. A população no Brasil foi reduzida concomitantemente à redução na Antártica. Índices de abundância na área de caça da Paraíba indicaram um declínio de quase 90% no período 1966-72. Considerando o declínio populacional global e que a maior exploração ocorreu no Hemisfério Sul, infere-se um declínio de pelo menos 70% na população de baleia-sei no Brasil. Sendo assim, B. borealis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios A1ad. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo).