Avaliação do Risco de Extinção

Hypsolebias faouri Britzke, Nielsen & Oliveira, 2016

Autoria:
Carla Simone Pavanelli; Clayton Kunio Fukakusa; Francisco de Paula Severo da Costa Neto; Fábio Origuela de Lira; Izabel Correa Boock de Garcia; Jansen Zuanon; José Leonardo de Oliveira Mattos; Juliano Ferrer dos Santos; Maria Rita de Cascia Barreto Netto; Márcio Joaquim da Silva; Pedro Fasura de Amorim; Roberto Esser dos Reis; Telton Pedro Anselmo Ramos; William Benedito Gotto Ruiz

Como citar:
Pavanelli, C.S.; Fukakusa, C.K.; Da Costa Neto, F.P.S.; Lira, F.O.; Garcia, I.C.B.; Zuanon, J.; Mattos, J.L.O.; Santos, J.F.; Netto, M.R.C.B.; Silva, M.J.; Amorim, P.F.; Reis, R.E.; Ramos, T.P.A.; Ruiz, W.B.G. 2023. Hypsolebias faouri. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.25722.1 - Gerado em: ___/___/_____.

Categoria
Vulnerável (VU)
Data da categoria
13/05/2019
Ano da publicação
2023

Justificativa

Hypsolebias faouri é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo, situada no rio Preto, bacia do rio São Francisco, no estado da Bahia. Ocorre nas dependências de uma propriedade privada, próxima à estrada, imersa em uma matriz de atividades agropecuárias que modificaram fortemente a paisagem. O alagado temporário é utilizado para fins domésticos, como a criação de peixes para alimentação (tilápias e apaiaris). Há expectativa de registro da espécie em outras localidades, pois o esforço de amostragem para a sua descrição foi pontual. Porém, a área de ocupação conhecida até o momento é muito menor do que 20 km2. Diante da existência de ameaças plausíveis que possam levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo, Hypsolebias faouri foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.