Autoria:
Rogério Pereira Bastos; Marcio Roberto Martins; Carlos Eduardo Guidorizzi; Sheila Pereira de Andrade; Yeda Soares de Lucena Bataus; Daniele Carvalho do Carmo Faria; Robson Vieira Guimarães Júnior; Gilda Vasconcellos de Andrade; Robson Waldemar Ávila; Patrick Colombo; Iuri Ribeiro Dias; Marcelo Nogueira de Carvalho Kokubum; Daniel Cassiano Lima; Rodrigo Lingnau; Barnagleison Silva Lisboa; Daniel Loebmann; Elaine Lucas; Iberê Farina Machado; Arnaldo Magalhães Júnior; Márcio Borges Martins; Geraldo Jorge Barbosa de Moura; Marcelo Felgueiras Napoli; Selvino Neckel de Oliveira; Luiz Fernando Ribeiro; Moacir Santos Tinôco; Caroline Zank
Como citar:
Bastos, R.P.; Martins, M.R.; Guidorizzi, C.E.; Andrade, S.P.; Bataus, Y.S.L.; Faria, D.C.C.; Guimarães Jr, R.V.; Andrade, G.V.; Ávila, R.W.; Colombo, P.; Dias, I.R.; Kokubum, M.N.C.; Lima, D.C.; Lingnau, R.; Lisboa, B.S.; Loebmann, D.; Lucas, E.; Machado, I.F.; Magalhães Jr, A.; Martins, M.B.; Moura, G.J.B.; Napoli, M.F.; Oliveira, S.N.; Ribeiro, L.F.; Tinôco, M.S.; Zank, C. 2023. Phyllodytes luteolus. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br Digital Object Identifier (DOI): https://doi.org/10.37002/salve.ficha.17819.2 - Gerado em: ___/___/_____.
Phyllodytes luteolus é endêmica do Brasil, com distribuição na região costeira do Brasil, do estado do Pernambuco ao norte do Rio de Janeiro, incluindo nordeste de Minas Gerais. Possui ampla distribuição e ocorre em unidades de conservação. As principais ameaças estão relacionadas à perda de hábitat para agricultura, silvicultura, pecuária, queimadas, exploração de madeira, assentamentos humanos e coleta de bromélias, contudo a espécie é comum e tolerante à ambientes alterados, incluindo áreas urbanas e plantações. Por esses motivos, Phyllodytes luteolus foi categorizada como Menos Preocupante (LC).